Uma história pode caber em poucas páginas e, ainda assim, abrir uma conversa que precisava acontecer. Foi assim que um gibi criado por um estudante de Cedro ganhou espaço durante uma ação do Agosto da Juventude 2026 e ajudou a levar para dentro da escola uma discussão que atravessa a vida de muitos adolescentes: o bullying e o cyberbullying.A atividade foi realizada com estudantes da E.E.E.P. Francisca de Albuquerque Moura, em uma iniciativa da Prefeitura de Cedro, por meio do Núcleo de Cidadania dos Adolescentes (NUCA), em parceria com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). O encontro criou espaço para informação, escuta e reflexão sobre respeito, empatia e convivência.O estudante Ezequiel, da Escola Gabriel Diniz, apresentou uma história em quadrinhos de sua própria autoria sobre o tema. A produção mostrou como a criatividade dos próprios jovens pode ajudar a levar mensagens de conscientização para outros estudantes.Para o prefeito Nilson Diniz, discutir o tema com os adolescentes é uma forma de fortalecer relações mais respeitosas dentro da comunidade. "Nossa juventude precisa ser ouvida, orientada e, principalmente, respeitada. O bullying não é brincadeira, é uma forma de violência que pode deixar marcas profundas. Por isso, ações como essa são fundamentais para promover o diálogo, fortalecer a empatia e mostrar aos nossos jovens que ninguém precisa enfrentar situações de violência sozinho."A escola como espaço de diálogoDurante a atividade, os profissionais do CREAS Claudiany Bezerra e Noel Alves participaram das conversas com os alunos, trazendo orientações sobre situações de violência, formas de buscar ajuda e a importância de não permanecer em silêncio diante de episódios de bullying.*Jovens também podem transformar realidades*O mobilizador do NUCA, Marciel Bezerra, destacou que a participação dos próprios adolescentes torna esse tipo de discussão ainda mais significativa. "Falar sobre bullying e cyberbullying é falar sobre respeito, empatia e cuidado com o outro. O NUCA tem buscado criar espaços de diálogo para que os adolescentes possam refletir, se expressar e contribuir para transformar a realidade ao seu redor."Segundo Marciel, a iniciativa de Ezequiel reforça justamente esse protagonismo. "A participação dos estudantes, especialmente com o gibi criado por Ezequiel, mostra que a juventude tem muito a dizer e pode utilizar a criatividade para promover a conscientização."Respeito também se constrói no ambiente digitalO bullying pode ocorrer em diferentes espaços de convivência. Quando passa para redes sociais, aplicativos e outros ambientes digitais, ganha novas formas e pode alcançar muitas pessoas em pouco tempo. Por isso, a discussão também chama atenção para a responsabilidade nas relações pela internet.A programação do Agosto da Juventude 2026 segue com atividades voltadas à informação, participação cidadã e valorização dos adolescentes e jovens de Cedro. A proposta é criar oportunidades para que eles não sejam apenas espectadores das discussões que envolvem sua realidade, mas também participantes ativos na construção de relações mais respeitosas.No fim, a mensagem é simples e necessária: "bullying não é brincadeira. É violência. E enfrentar esse problema começa quando respeito, empatia e diálogo deixam de ser apenas palavras e passam a fazer parte das atitudes".
Uma história pode caber em poucas páginas e, ainda assim, abrir uma conversa que precisava acontecer. Foi assim que um gibi criado por um estudante de Cedro ganhou espaço durante uma ação do Agosto da Juventude 2026 e ajudou a levar para dentro da escola uma discussão que atravessa a vida de muitos adolescentes: o bullying e o cyberbullying.
A atividade foi realizada com estudantes da E.E.E.P. Francisca de Albuquerque Moura, em uma iniciativa da Prefeitura de Cedro, por meio do Núcleo de Cidadania dos Adolescentes (NUCA), em parceria com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). O encontro criou espaço para informação, escuta e reflexão sobre respeito, empatia e convivência.
O estudante Ezequiel, da Escola Gabriel Diniz, apresentou uma história em quadrinhos de sua própria autoria sobre o tema. A produção mostrou como a criatividade dos próprios jovens pode ajudar a levar mensagens de conscientização para outros estudantes.
Para o prefeito Nilson Diniz, discutir o tema com os adolescentes é uma forma de fortalecer relações mais respeitosas dentro da comunidade. "Nossa juventude precisa ser ouvida, orientada e, principalmente, respeitada. O bullying não é brincadeira, é uma forma de violência que pode deixar marcas profundas. Por isso, ações como essa são fundamentais para promover o diálogo, fortalecer a empatia e mostrar aos nossos jovens que ninguém precisa enfrentar situações de violência sozinho."
A escola como espaço de diálogo
Durante a atividade, os profissionais do CREAS Claudiany Bezerra e Noel Alves participaram das conversas com os alunos, trazendo orientações sobre situações de violência, formas de buscar ajuda e a importância de não permanecer em silêncio diante de episódios de bullying.
*Jovens também podem transformar realidades*
O mobilizador do NUCA, Marciel Bezerra, destacou que a participação dos próprios adolescentes torna esse tipo de discussão ainda mais significativa. "Falar sobre bullying e cyberbullying é falar sobre respeito, empatia e cuidado com o outro. O NUCA tem buscado criar espaços de diálogo para que os adolescentes possam refletir, se expressar e contribuir para transformar a realidade ao seu redor."
Segundo Marciel, a iniciativa de Ezequiel reforça justamente esse protagonismo. "A participação dos estudantes, especialmente com o gibi criado por Ezequiel, mostra que a juventude tem muito a dizer e pode utilizar a criatividade para promover a conscientização."
Respeito também se constrói no ambiente digital
O bullying pode ocorrer em diferentes espaços de convivência. Quando passa para redes sociais, aplicativos e outros ambientes digitais, ganha novas formas e pode alcançar muitas pessoas em pouco tempo. Por isso, a discussão também chama atenção para a responsabilidade nas relações pela internet.
A programação do Agosto da Juventude 2026 segue com atividades voltadas à informação, participação cidadã e valorização dos adolescentes e jovens de Cedro. A proposta é criar oportunidades para que eles não sejam apenas espectadores das discussões que envolvem sua realidade, mas também participantes ativos na construção de relações mais respeitosas.
No fim, a mensagem é simples e necessária: "bullying não é brincadeira. É violência. E enfrentar esse problema começa quando respeito, empatia e diálogo deixam de ser apenas palavras e passam a fazer parte das atitudes".