O combate às arboviroses começa longe dos hospitais. Antes que os sintomas apareçam, a prevenção depende de informação clara e de hábitos cotidianos que muitas vezes passam despercebidos. Foi com esse foco que uma ação educativa reuniu agentes de endemias e participantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), em uma atividade voltada à conscientização sobre riscos e cuidados dentro de casa.Durante o encontro, os agentes detalharam o ciclo de reprodução do mosquito Aedes aegypti e destacaram situações comuns que favorecem a proliferação, como o acúmulo de água em recipientes domésticos. A proposta foi transformar informação técnica em orientação prática, facilitando a identificação de riscos no dia a dia. A atividade foi realizada com conviventes atendidos pelo CRAS e teve como objetivo explicar, de forma acessível, como ocorre a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya.O prefeito Nilson Diniz afirmou que ações educativas são fundamentais para manter o controle dos índices de infestação. "O enfrentamento dessas doenças depende da participação da população. Quando levamos orientação para dentro desses espaços, ampliamos o alcance da informação e fortalecemos a prevenção."Integração entre saúde e assistência socialA secretária de Saúde, Maria Marcleide, destacou que a articulação entre diferentes áreas permite alcançar públicos diversos e ampliar o impacto das ações. "Essas atividades ajudam a criar uma rotina de cuidado dentro das casas. Quando as pessoas entendem como prevenir, conseguimos reduzir riscos e evitar novos casos."O uso de espaços como o SCFV facilita o diálogo direto com grupos que já participam de atividades comunitárias, tornando a abordagem mais próxima e contínua.Medidas simples, impacto diretoDurante a palestra, foram reforçadas orientações básicas que podem reduzir significativamente a presença do mosquito:- manter caixas dágua e reservatórios bem vedados- evitar água acumulada em recipientes e plantas- limpar calhas e áreas externas- descartar corretamente lixo e objetos que possam reter águaPequenas ações, quando adotadas de forma regular, têm impacto direto na redução de focos do mosquito. Ao levar informação de forma direta à população, a estratégia aposta em um princípio simples: a prevenção se constrói no cotidiano, dentro de cada casa, antes mesmo de qualquer atendimento na rede de saúde.
O combate às arboviroses começa longe dos hospitais. Antes que os sintomas apareçam, a prevenção depende de informação clara e de hábitos cotidianos que muitas vezes passam despercebidos. Foi com esse foco que uma ação educativa reuniu agentes de endemias e participantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), em uma atividade voltada à conscientização sobre riscos e cuidados dentro de casa.
Durante o encontro, os agentes detalharam o ciclo de reprodução do mosquito Aedes aegypti e destacaram situações comuns que favorecem a proliferação, como o acúmulo de água em recipientes domésticos. A proposta foi transformar informação técnica em orientação prática, facilitando a identificação de riscos no dia a dia. A atividade foi realizada com conviventes atendidos pelo CRAS e teve como objetivo explicar, de forma acessível, como ocorre a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya.
O prefeito Nilson Diniz afirmou que ações educativas são fundamentais para manter o controle dos índices de infestação. "O enfrentamento dessas doenças depende da participação da população. Quando levamos orientação para dentro desses espaços, ampliamos o alcance da informação e fortalecemos a prevenção."
Integração entre saúde e assistência social
A secretária de Saúde, Maria Marcleide, destacou que a articulação entre diferentes áreas permite alcançar públicos diversos e ampliar o impacto das ações. "Essas atividades ajudam a criar uma rotina de cuidado dentro das casas. Quando as pessoas entendem como prevenir, conseguimos reduzir riscos e evitar novos casos."
O uso de espaços como o SCFV facilita o diálogo direto com grupos que já participam de atividades comunitárias, tornando a abordagem mais próxima e contínua.
Medidas simples, impacto direto
Durante a palestra, foram reforçadas orientações básicas que podem reduzir significativamente a presença do mosquito:
- manter caixas dágua e reservatórios bem vedados
- evitar água acumulada em recipientes e plantas
- limpar calhas e áreas externas
- descartar corretamente lixo e objetos que possam reter água
Pequenas ações, quando adotadas de forma regular, têm impacto direto na redução de focos do mosquito. Ao levar informação de forma direta à população, a estratégia aposta em um princípio simples: a prevenção se constrói no cotidiano, dentro de cada casa, antes mesmo de qualquer atendimento na rede de saúde.