Há histórias que permanecem guardadas em objetos, fotografias e antigas lembranças de família. Em Cedro, parte dessa memória pode ser encontrada no Museu Ferroviário, que nos últimos dias recebeu estudantes e familiares ligados à antiga estação, em encontros que aproximam diferentes gerações da história do município. Alunos do 5º ano da Escola Luís Ferreira Ferro visitaram o espaço e participaram de uma experiência educativa com os totens interativos. A atividade permitiu que as crianças conhecessem curiosidades e informações sobre a história ferroviária de Cedro de uma maneira mais próxima e participativa.O museu também recebeu as irmãs Célia Ferreira de Andrade e Izabel Ferreira de Andrade, filhas do ferroviário Cícero Ferreira de Andrade, que trabalhou como mecânico na oficina da tradicional estação de Cedro. A visita trouxe lembranças da família, da juventude e das viagens de trem para Fortaleza. Célia esteve acompanhada das filhas, Ana Célia e Ana Carla, criando um encontro entre diferentes gerações em torno das memórias deixadas pela ferrovia.Para o prefeito Nilson Diniz, preservar essas lembranças também significa manter viva uma parte da identidade cedrense. "O Museu Ferroviário mantém viva uma parte muito importante da história de Cedro. É emocionante ver nossas crianças conhecendo esse patrimônio e, ao mesmo tempo, famílias reencontrando suas próprias memórias. É assim que a nossa história continua sendo contada e valorizada."Um espaço que ensina e preservaA visita dos estudantes mostra como o museu também pode ser utilizado como espaço de aprendizagem. Os recursos interativos ajudam a apresentar a história ferroviária às novas gerações, criando uma forma diferente de conhecer acontecimentos que fizeram parte da formação do município.A secretária interina de Cultura, Beatriz Lopes, vê nessas visitas uma oportunidade de aproximar a comunidade do patrimônio histórico local. "Cada visita traz uma nova história e mostra que o museu é um espaço vivo. Estamos aproximando nossas crianças da história de Cedro e também acolhendo famílias que têm sua trajetória ligada à ferrovia."Memórias que atravessam geraçõesA presença das filhas de um antigo ferroviário acrescentou ao espaço uma dimensão familiar. As lembranças de Cícero Ferreira de Andrade ajudam a conectar a história registrada no museu às experiências de quem viveu de perto o período em que a ferrovia fazia parte da rotina de Cedro.Entre tecnologia, educação e histórias de família, o Museu Ferroviário segue como um lugar onde o passado pode ser conhecido pelas novas gerações e revisitado por quem ajudou a construir essa trajetória. A cada visita, novos relatos ajudam a manter viva a memória de Cedro.
Há histórias que permanecem guardadas em objetos, fotografias e antigas lembranças de família. Em Cedro, parte dessa memória pode ser encontrada no Museu Ferroviário, que nos últimos dias recebeu estudantes e familiares ligados à antiga estação, em encontros que aproximam diferentes gerações da história do município. Alunos do 5º ano da Escola Luís Ferreira Ferro visitaram o espaço e participaram de uma experiência educativa com os totens interativos. A atividade permitiu que as crianças conhecessem curiosidades e informações sobre a história ferroviária de Cedro de uma maneira mais próxima e participativa.
O museu também recebeu as irmãs Célia Ferreira de Andrade e Izabel Ferreira de Andrade, filhas do ferroviário Cícero Ferreira de Andrade, que trabalhou como mecânico na oficina da tradicional estação de Cedro. A visita trouxe lembranças da família, da juventude e das viagens de trem para Fortaleza. Célia esteve acompanhada das filhas, Ana Célia e Ana Carla, criando um encontro entre diferentes gerações em torno das memórias deixadas pela ferrovia.
Para o prefeito Nilson Diniz, preservar essas lembranças também significa manter viva uma parte da identidade cedrense. "O Museu Ferroviário mantém viva uma parte muito importante da história de Cedro. É emocionante ver nossas crianças conhecendo esse patrimônio e, ao mesmo tempo, famílias reencontrando suas próprias memórias. É assim que a nossa história continua sendo contada e valorizada."
Um espaço que ensina e preserva
A visita dos estudantes mostra como o museu também pode ser utilizado como espaço de aprendizagem. Os recursos interativos ajudam a apresentar a história ferroviária às novas gerações, criando uma forma diferente de conhecer acontecimentos que fizeram parte da formação do município.
A secretária interina de Cultura, Beatriz Lopes, vê nessas visitas uma oportunidade de aproximar a comunidade do patrimônio histórico local. "Cada visita traz uma nova história e mostra que o museu é um espaço vivo. Estamos aproximando nossas crianças da história de Cedro e também acolhendo famílias que têm sua trajetória ligada à ferrovia."
Memórias que atravessam gerações
A presença das filhas de um antigo ferroviário acrescentou ao espaço uma dimensão familiar. As lembranças de Cícero Ferreira de Andrade ajudam a conectar a história registrada no museu às experiências de quem viveu de perto o período em que a ferrovia fazia parte da rotina de Cedro.
Entre tecnologia, educação e histórias de família, o Museu Ferroviário segue como um lugar onde o passado pode ser conhecido pelas novas gerações e revisitado por quem ajudou a construir essa trajetória. A cada visita, novos relatos ajudam a manter viva a memória de Cedro.